A força das nossas Forças Armadas

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Os militares brasileiros têm TODAS e as MELHORES condições para acompanhar a conjuntura nacional e para decidir SE, COMO e QUANDO intervir na política e, portanto, prescindem de qualquer tipo de estímulo para CUMPRIR ou RASGAR a Constituição.
Os Soldados acompanham a situação da ordem, estão bem informados, contribuem para o futuro que almejam para o seu país e entendem que um GOLPE MILITAR deverá ser o ÚLTIMO recurso a ser empregado para garantir o futuro que ele merece.
Entendem também que NÃO é atitude inteligente, nem tampouco efetiva, para o bem do Brasil, empregar prematuramente ou desnecessariamente o ÚLTIMO recurso da Nação. Para isto, têm informações  e discernimento suficientes para decidir a sua participação e a sua contribuição para a maturidade nacional.
Muito bem disse o Gen Villas Bôas em sua última  Ordem do Dia, contando com a aprovação de seus pares da Marinha e da Força Aérea e de seus respectivos Altos Comandos, “não há atalhos” para a solução dos nossos problemas.
A ANSIEDADE não é atitude capaz, efetiva e definitiva para tirar o Brasil do buraco em que nós, brasileiros, o colocamos ou não tivemos competência para impedir que fosse colocado.
Qualquer atitude ARMADA e conduzida pela ansiedade está fadada a ser precipitada e a causar mais males do que os que julga estar evitando ou corrigindo.
É preciso, portanto, confiar no discernimento, na inteligência,  no patriotismo, na responsabilidade e no comprometimento dos militares brasileiros para decidir quanto ao emprego da força das nossas Forças.
Gen Bda Paulo Chagas
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