Bandidos criam “TÁTICA DE ATAQUE” contra policiais de folga

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A que ponto chegamos. Bandidos de São Paulo criam “TÁTICA DE ATAQUE” contra policiais em trajes civis.

As ações dos marginais obedecem o seguinte critério:

1. Eles ficam espreitando em checando a linha de cintura de quem pareça ser policial;

2. Andam com um comparsa disfarçado e o informa da possibilidade da abordagem;

3. O comparsa age como um segundo homem – como se fosse uma tática operacional em dupla. A função dele é acompanhar o “1o. Homem” no processo de ataque inicial;

4. O bandido que vai a frente adota posição de “abraço” na linha de cintura do policial a ser vitimado, varrendo em círculo até a parte das costas;

5. Sendo pego de surpresa, fica fácil desequilibrar o policial, que vai ao chão, uma vez que tem as suas mãos tentando acessar o seu armamento ou protegê-lo;

6. Quando o 1o. agressor não consegue subtrair a arma do policial, ele pode se afastar e o bandido que vem logo atrás pode atirar contra o vitimado. Caso contrário, ele já retira a arma e pode evadir-se da área do delito ou atirar contra o policial caído.

O que facilita o ataque:

1. Falta de treinamento para uso de armas em trajes civis;

2. Roupas inadequadas e que “denunciam” sua arma;

3. Ausência de uma postura vigilante (considerando o local onde se possa estar);

4. Falta de costume em usar arma em trajes civis;

5. Coldre inadequado para o uso de arma em trajes civis;

6. Desconhecimento de como realizar GOLPES DE AFASTAMENTO.

O que fazer para evitar o problema:

1. Ter atenção redobrada ao andar armado;

2. NUNCA consumir bebidas alcoólicas na rua estando armado;

3. NUNCA frequentar locais inapropriados e expostos;

4. Treinar o saque da arma estando a paisana;

5. Usar roupas e armas que não deixem à vista o armamento;

6. Usar coldre ou a arma em local adequado e que facilite o saque;

7. Treinar golpes de afastamento ou outra técnica de defesa pessoal.

Coronel PMDF Leonardo Sant’Anna.

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