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O HORROR DE MATHEUS LEITÃO, AO INSINUAR QUE PMS SÃO PERIGO PARA DEMOCRACIA JORNALISTA EXPÕE SEU PENSAMENTO SUÍNO

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POR: MAJOR AGUIAR

Em recente artigo publicado na, outrora, prestigiada revista Veja o “jornalista”, faz jus ao sobrenome, desenvolvendo uma narrativa de credibilidade suína. No texto, o premiado jornalista, escancara o “perigo” da participação de policiais militares nas manifestações do 07 de setembro. Tudo seria parte do plano nefasto do presidente genocida, que pretendia usar as polícias como força bélica para seus delírios ditatoriais. Imagino que o sucesso das manifestações tenha sido um choque de realidade para nosso pequeno suíno, que deve estar chafurdando no fracasso de suas hipóteses, ao ver que os militares estaduais garantiram a segurança da população em todas as manifestações, tanto a favor quanto contra o governo.

O que os integrantes da velha mídia, progressista, esquecem é que os governos de esquerda sempre relegaram os profissionais da segurança pública a uma condição subalterna, principalmente os membros das polícias militares. Eles trabalharam, e trabalham, pela extinção das corporações militares estaduais, pela limitação de suas ações e tentam descredibilizar seus membros junto a população. Mesmo que as corporações militares estaduais sejam responsáveis por 90% dos atendimentos de segurança pública no país e o único braço do estado presente em praticamente toda a extensão do território nacional.

A verdade é que o presidente Bolsonaro, ao contrário dos governos que o antecederam, percebeu a importância dessas instituições e a força de seus integrantes junto à população e usou isso a seu favor desde a campanha eleitoral. Um esforço que não foi em vão e resultou na eleição de dezenas de deputados federais oriundos das forças de segurança e que tem feito um trabalho de trincheira no congresso nacional. Na última eleição os policiais, que sempre foram ignorados pelas forças progressistas, conquistaram o direito de serem ouvidas atrapalhando de forma incisiva os sonhos revolucionários da elite intelectual e das forças políticas de matiz revolucionária.

A presença do presidente em formaturas e solenidades militares tem sido uma constante desde o início do governo e é um contraponto ao desprezo que os partidos e políticos da esquerda sempre dedicaram aos policiais militares.

Na visão do Leitão os policiais iriam às ruas com intenção de intimidar a população, um perigo para a democracia. Mas o que ficou demonstrado é que as corporações policiais cumpriram seu dever e, apesar da magnitude das manifestações, as forças de segurança trabalharam no sentido de garantir a lei, a ordem e a tranquilidade pública. Não houve intimidação, não houve violência e toda a população pode expressar sua opinião política, sempre sob a proteção e a vigilância das polícias militares. Não importando qual a ideologia ou partido político.

O porquinho democrata é mais um “jornalista” que defende a inclusão dos policiais militares em uma nova classe de cidadãos, uma casta inferior, desprovida das mais fundamentais garantias constitucionais. No pensamento porco do articulista policiais militares não deveriam ter direito a participar de manifestações populares. Na ótica distorcida deste tipo de palpiteiro policial militar não é gente. Tem no máximo o direito de permanecer calado. Deve ser muito estranho para gente dessa categoria ver o crescimento da participação de policiais militares na vida pública e intelectual.

O artigo de Matheus Leitão é mais um sintoma da doença crônica que acomete o jornalismo brasileiro. Perdidos na dissonância cognitiva, já não conseguem mais discernir entre os fatos e as narrativas. Quando confrontados com a realidade tentam sobrepô-la com seus desejos despejando delírios interpretativos sobre seus leitores que, inocentes, ignorantes ou negligentes, acabam envenenados.

Leitão, não adianta espernear, fazer pirraça, os policiais militares conquistaram seu lugar no discurso público e nenhuma estratégia imunda será efetiva para calar a voz destes valorosos homens. São cidadãos, como você, mas ao invés de salvar o mundo com narrativas suínas arriscam suas vidas para salvar pessoas que muitas vezes os desprezam, até as mais porcas.

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