Criminoso que matou dois policiais militares morre em troca de tiros com PM

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O criminoso que matou dois policiais militares na cidade de Medianeira no Paraná morreu durante o cerco policial. Depois de 18 horas de buscas ele foi localizado em meio a um matagal e reagiu a prisão efetuando vários disparos contra os policiais, que revidaram.

Ele estava com a pistola que havia roubado de um dos policiais mortos.

Um grande efetivo policial foi mobilizado no interior do município de Missal, nas proximidades do trevo de acesso a Itaipulândia, realizando o cerco com ajuda de cães farejadores da Guarda Municipal de Foz do Iguaçu na tentativa de localizar o fugitivo. No local os policiais teriam encontrado uma camiseta, onde possivelmente ele tenha passado a noite. Durante a madrugada ele teria se aproximado de uma residência e pedido um par de chinelos e uma camiseta, sendo que o morador chamou a polícia e o jovem fugiu novamente.

Policiais de Santa Catarina depois de verem fotos do acusado nas redes sociais entraram em contato com a Polícia de Medianeira e informaram que o jovem não é menor de idade e que seu nome não é Ederson. Ele foi identificado como Kayron Douglas Rodrigues, 22 anos. Contra ele havia dois mandados de prisão em aberto, um expedido pela justiça de Santa Catarina pelo crime de tráfico de drogas e o outro expedido pelo Estado de São Paulo.

Leia o relato de um dos policiais militares que participaram da operação:

“Então a caçada chegou ao fim.

Ter pego esse verme, não vai trazer nossos companheiros de volta, porém o que eu vi nessas 18 horas de perseguição foi um exmplo de união e companherismo jamais visto, vi equipes dobrarem de serviço, equipes de folga policias de chuteira e colete, policiais de chinelo, policias de carro particular ajudando nas buscas. 

Eu vi Policia Civil , eu vi PRF eu vi Guarda Municipal.

Eu vi Policia Federal!

Eu via gente que nunca tinha visto ou falado, me chamando de irmao me oferendo agua me ajudando nas buscas.

Eu vi tenentes , capitães , major e até um coronel auxiliando na busca.

O cara pode ser o caveira que for, mas 18 horas meu amigo dentro de um mato, baixa a moral de qualquer um.

E sempre vinha alguém pra te animar ou você animava alguém , por que era questão de honra! Era questão de moral.

Por varias vezes me peguei chorando no mato me colocando no lugar dos que haviam tombado, não só eu como sargentos tenentes e toda a tropa.

E isso me animava a ir mais longe.

A superar o mato alto, as cercas, os espinhos, os cortes nas mãos isso não tinha importância. O importante era pegar o maldito, o verme, o traíra que atira pelas costas e rezar pra que ele confrontasse a equipe.

Foram oras afio, minutos interminaveis e ali eu vi por que ser policial é diferente de tudo que existe,

Eu vi um companheirismo jamais visto, eu via um clã , uma equipe uma força, uma familia.

não importando a cor da farda ou as letras ali eram todos policiais.

Ali era a força de Deus todo poderoso avançando sobre o mal.

Ali eram irmãos de guerra,

Ali eram heróis,

Ali eram policiais!

Era eu,

Era você,

Era o Araújo

Era o Fonseca.”

Ass: Andre Carvalho

Veja o vídeo do momento em que os policiais localizam a criminoso:

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Fonte: Guia Medianeira – www.guiamedianeira.com.br

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