Omissão criminosa e indignação superficial

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Já faz tempo que o PT e seus asseclas têm mostrado a que vieram. Sob o olhar cúmplice de vários personagens e de setores da Igreja Católica, no Brasil, e com a colaboração de muitos de seus segmentos, especialmente de alguns “movimentos sociais” que se abrigam dentro da Igreja, o PT seguiu com a sua política de implantação do socialismo marxista, o que supõe e exige a derrocada dos valores cristãos que dão a sustentação moral para a sociedade e regulam o sadio relacionamento entre as pessoas e instituições.

De fato, não há a mínima possibilidade da implantação de um sistema socialista em uma sociedade que se rege por princípios cristãos, pois como dizia o Papa Pio XI : “Ninguém pode ser ao mesmo bom católico e socialista…”, pois, diz o mesmo Papa: “o comunismo (fim último do socialismo) é intrinsecamente mau”. Portanto, para implantar o socialismo marxista é necessário descristianizar a sociedade, destruindo os valores de nossa civilização, fazendo ser aceito como normal o adultério, a prostituição, a prática homossexual, o aborto, as drogas, a depredação do patrimônio púbico e particular, a invasão de terras, a criminalização da pregação cristã sobre família e comportamento pessoal, etc…

Atualmente, o PT e todos os partidos de ideologia esquerdista estão empenhados em fazer leis que implantem e promovam a ideologia de gênero, que é o mais perigoso instrumento já inventado para destruir as famílias.

Uma pessoa não pode ser cristã e petista ao mesmo tempo. Ao contrário, todos os cristãos têm o dever moral de combater as ideologias revolucionárias que atentam contra nossa fé e contra os valores que nos são caros e nos levam a ser melhores enquanto pessoas.

Os católicos mais atentos têm constado, com repúdio, como diversos grupos dentro da Igreja têm defendido a agenda e os contra-valores marxistas. Especialmente a PJ, Pastoral da Terra, CEBs, Movimento indigenista e outros ditos “movimentos sociais”, que têm lutado a favor da ideologia de gênero, da Ideologia gay, da invasão de terras e casas, pelo fim da propriedade privada e pelo projeto da “Pátria Grande” nos mesmos moldes defendidos por Fidel Castro e bolivarianos de plantão. Some-se a isso, o apoio que alguns bispos deram à reforma política que, curiosamente, coincidia com aquela mesma reforma política gestada e proposta pelo PT e que objetivava a manutenção desse partido no poder…

É preciso falar e expor essa situação a todos. Não podemos permitir que nosso povo continue a ser enganado e instrumentalizado, cooperando com a destruição de suas próprias famílias e dos valores nos quais acredita. É preciso esclarecer e cobrar de nossas lideranças. A omissão nessa circunstâncias é gravemente imoral e criminosa.

Karl Marx declarou que seu objetivo em vida era “destronar Deus e destruir o capitalismo”. Porém, no fim de sua vida, viu que não era possível fazer isso sem destruir a família, pois é aí que se perpetua a propriedade privada e se gera a “psicologia do poder”, ou seja, a idéia de autoridade. É por isso que é impossível falar de “socialismo cristão”, seria como falar de um círculo quadrado…

É muito triste que a maior parte dos cristãos brasileiros só passaram a combater o PT e o atual governo quando começaram a sentir no próprio bolso o resultado do assalto aos cofres públicos, realizado por esse partido e seus aliados. É lamentável que o combate a esse partido marxista não tenha sido motivado muito antes e por razões muito mais graves e sérias como é a defesa da vida e da família.

É bom que agora o povo se levante contra o PT e seus aliados, mas de nada adiantará se não se combater a ideologia revolucionária anti-cristã que esse partido e seus congêneres possui.

Muitas lideranças da Igreja deveriam pedir perdão de joelhos a Deus e ao povo por ter apoiado esse partido criminoso ou por não o ter combatido de modo claro e inequívoco. As lideranças que assim se portaram correm o risco de serem lembradas pela história, como [parte] dos bispos e padres católicos que na Alemanha Nazista não combateram Hitler e suas ideias socialistas deixando-se associar, de maneira cúmplice, ao extermínio de milhões de pessoas.

Será que as lideranças cristãs já pensaram suficientemente nas centenas de milhares de vítimas da violência que foram produzidas por conta da política criminosa desse partido que está há 13 anos no poder fomentando o consumo e, portanto, o tráfico de drogas e o aborto em nosso país? São quase 70 mil assassinatos de pessoas já nascidas todos os anos e mais outro tanto de crianças não nascidas… É verdade que sempre houve assassinatos e abortos, mas é inegável que durante o governo do PT esses crimes se multiplicaram imensamente, uma vez que a legalização do aborto e a liberação das drogas (que gera tráfico e muitas mortes) são políticas defendidas pelo PT e muitos de seus aliados.

O PT faz parte do Foro de São Paulo, que é a articulação estratégica da esquerda latino-americana que apoia as FARC, organização comunista de terroristas e narcotraficantes, que no Brasil têm como parceiros o PCC e o Comando Vermelho. O PT é ainda aliado e comprometido com todas as organizações internacionais que visam legalizar o aborto, transformá-lo em “direito da mulher” e financiá-lo com dinheiro de nossos impostos, bem como implantar a ideologia de gênero para destruir as famílias.

Pode honestamente uma pessoa se considerar seguidora de Jesus Cristo e apoiar um partido que tem tais idéias? Nem os fariseus que tiveram sua conduta duramente condenada por Cristo poderiam conceber uma hipocrisia a esse nível.

O fato de ter sido eleito um partido que defenda tais bandeiras atesta o grau de apostasia do povo cristão e especialmente de suas lideranças.

Oxalá nosso povo desperte para as razões mais profundas pelas quais devemos combater o PT e todos os partidos de orientação marxista-socialista, de modo que ao cair esse governo revolucionário não entre nenhum outro que defenda as mesmas ideias podres.

Pe. Rodrigo Maria

 

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