A política do “filho único” na China, em imagens

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por Steven W. Mosher e Anne Roback Morse
Para pessoas em sociedades democráticas é difícil perceber como é que o partido único da China consegue controlar a fertilidade de milhões de pessoas. O esforço começa com uma quantidade enorme de propaganda anti-filhos nas escolas e locais de trabalho e depois segue para uma intimidação pública em estandartes e slogans colocados em lugares públicos. Aqui ficam algumas imagens do tipo de ameaças públicas que as autoridades fazem contra as mulheres que possam estar grávidas com filhos “ilegais”.
 

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该流不流扒握牵牛
Tradução: ”Se devias ter abortado e não abortaste, a tua casa vai ser destruída e a tua vaca vai ser levada.”

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宁可血流成河, 不准超生一个
Tradução: ”Mesmo que sangres o suficiente para fazer um rio, não deves dar à luz um filho extra!” Província Hunan.

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该扎不扎, 关人作押, 该流不流, 折房牵牛。
Tradução: ”Se devias ser esterilizada e não és, vais ser detida e processada. Se devias abortar e não abortas, a tua casa vai ser deitada a baixo e o teu gado vai ser levado para fora.”

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外出的叫回来, 隐瞒的挖出来 计划外怀孕的坚决引下来 该扎的坚决拿下来
Tradução: ”Chamem de volta os que moram longe, procurem os que estão escondidos. As que estão grávidas fora da lei têm que ser induzidas em trabalho de parto. As que devem ser esterilizadas têm que ser definitivamente arrastadas.”

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该环不环,该扎不扎, 见了就抓.
Tradução: “Se devias usar o DIU e não usas ou se devias ter os vasos atados mas não tens, vais ser presa em público!”

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Tradução: ”Aquelas de vocês que não abortam ou não são esterilizadas e estão contentes por pagar nascimentos excessivos e pagam multas. . .[não se percebe a imagem].”

 Crianças na China. Risco mortal pelo socialismo de Estado.
Este tipo de propaganda espetada na cara combinada com táticas de violência àquelas que resistem, levam a maior parte das mulheres aos calcanhares. Depois ainda há as táticas de grupos de pressão usadas na província de Liaoning no nordeste da China e noutros sítios. Nestas províncias, os segundos nascimentos são permitidos apenas se não houverem nascimentos ilegais. Se uma só criança ilegal nascer, não são permitidos segundos nascimentos e as mulheres que levam o segundo filhos têm que abortar.
Steven Mosher, que viveu na China durante alguns anos e testemunhou abortos forçados, comentou, “É difícil de imaginar a hostilidade intensa, mesmo histeria, que essas táticas de grupos de pressão geram numa comunidade rural pequena e muito unida em relação a alguém que é acusado de ter quebrado as regras.”
Nas ruas ou no trabalho, na televisão ou nos jornais, os chineses são bombardeados com propaganda anti-pessoas. Dia após dia este processo de “suavização” continua de tal modo que quando chega o toque na porta à meia-noite, muitas mães grávidas e os seus maridos nem tentam defender-se.
 
Via Population Research Institute via comunidade Shalom
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