Estudos confirmam os perigos da prática homossexual

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 Introdução

Nos últimos tempos, especialmente depois da chegada da esquerda ao poder, notou-se uma implementação, mesmo contra a absoluta maioria da população brasileira, que é cristã e que tem valores conservadores em sua vida, de todo o tipo de política totalitária e desumana, com vista a desestabilizar a Sociedade e promover uma revolução socialista. Para disfarçar este objetivo inconfessável, criou-se toda a sorte de ideologias escravas, que usando de duplo padrão moral, de princípios e conceitos cristãos (que eles próprios odeiam), começou-se a impor, seja por leis no Congresso Nacional, seja por decisões no Supremo Tribunal Federal, seja por portarias em ministérios e afins, a agenda da “revolução cultural”, que deve anteceder a revolução armada propriamente dita. O objetivo desta primeira revolução, que deve ser feita pelos “intelectuais orgânicos”, ou simplesmente militantes comunistas dentro dos círculos de irradiação de cultura e conhecimento, no caso, as Universidades e meios de mídia de massa, é desarmar, mentalmente e moralmente, a maioria da população para que não possa, não queira, ou não consiga resistir a revolução utópica redentora que levará o Brasil ao “paraíso” na terra, aos moldes da Venezuela, da China, de Cuba e da Coréia do Norte.

Para que esta fase seja totalmente implementada, a esquerda internacional, com o seu braço escravo no Brasil, injetou bilhões de dólares em canais de televisão, revistas, sites, ONG’s, pesquisadores e toda a sorte de pessoas que tinham interesse na revolução ou no dinheiro puro e simples. O resultado foi o avanço de políticas devastadoras que incentivam toda a sorte de comportamentos que degradam as relações humanas e o tecido social como um todo, como o tráfico e o consumo de drogas (nada melhor do que uma juventude drogada e bestializada para servir ao novo regime), a destruição da família formada por homem e mulher com os seus filhos, o incentivo ao crime e a impunidade, e por fim, a revolta. Esse grito do primeiro rebelde, do primeiro revoltado contra a autoridade e que é homicida e mentiroso por natureza, Satanás: “Non Servae!”, Não servirei, passou a ser bradado por legiões em todos os locais do Brasil.

Dentro desta agenda nefasta o movimento chamado “Gayzista” tomou uma posição fundamental na guerra cultural, chegando ao ponto de tentar legalizar o casamento entre dois seres do mesmo sexo, o que simplesmente é ilegal, inconstitucional e que trará, se aprovado, gravíssimas consequências para todos os cidadãos do país. Além disso, a chamada “ideologia de Gênero”, está sendo implementada a força, e contra a vontade da grande maioria da população, por todos os meios, seja livros do Ministério da Educação, seja por militantes políticos de esquerda dentro das escolas, e por fim, por meio de normas infraconstitucionais, como Planos de Educação e afins.

Para que se deixe claro o que este texto quer mostrar é que o real inimigo é o movimento revolucionário de esquerda em ação no Brasil e as suas vertentes políticas e culturais, e não as pessoas que praticam atos homossexuais, que na nossa visão e da grande maioria dos brasileiros, tem de ser acolhida e orientada, sem violência ou qualquer tipo de constrangimento, pois ela tem a liberdade total de querer, ou não, permanecer nesta situação, mas jamais a sua conduta deve ser colocada como o ideal, ainda mais para crianças e adolescentes, pois existem graves riscos nestas práticas.

Seguindo esta linha, pois nota-se aumento alarmante de mães e responsáveis por crianças e adolescentes, que não só acreditam piamente na propaganda revolucionária sobre os atos homossexuais, como passam a além de não orientar os seus filhos sobre a sexualidade normal dentro de uma família com o objetivo de se gerar e criar filhos, passam a incentivar essa conduta antinatural como “normal” e “saudável”. Por isso decidi, depois de uma pesquisa, publicar este pequeno artigo, com dados de estudos sérios realizados por renomados cientistas que em momento algum entram em mérito teológico ou ideológico dessas questões, sendo o foco a saúde física e mental das pessoas que praticam atos homossexuais com regularidade, ou seja, o foco destes estudos, e deste artigo que o leitor corre os olhos agora, é alertar as pessoas dos graves, e por vezes irreversíveis riscos, que uma pessoa corre ao praticar tais atos.

A questão ainda passa pela esfera moral, que neste artigo não será abordada, mas que deve ser levada em conta no conjunto da avaliação deste tópico.

Os parágrafos abaixo foram retirados de sites americanos e traduzidos por este autor, pois eu desconheço estudos tão profundos e que tenham tamanho rigor científico realizados no Brasil e publicados em português. Sendo assim, foram traduzidos os textos direto do inglês e ao final serão colocadas as fontes, tanto dos textos, quanto das fontes das pesquisas, além de outros artigos para os que quiserem se aprofundar no assunto.

Por fim lembro que o objetivo final deste, e de qualquer outro texto que já escrevi, é buscar a verdade real, mesmo que isso contrarie toda sorte de pessoas e interesses.

Essa parte do artigo foi publicada no site TIA americano e traduzido pelo autor. o link para acesso ao artigo original em inglês está no final do artigo.

Os riscos que envolvem a prática de atos homossexuais

“Medicamente falando, homens que praticam sexo com outros homens (HSH) tem um aumento desproporcional dos riscos de contração de doenças sexualmente transmitidas (DST) e do vírus HIV (Diggs, 2002). Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças do Governo dos Estados Unidos, em sua divisão de prevenção de HIV/AIDS, estima que homens homossexuais e bissexuais tem 50 vezes mais chances de contrair o vírus HIV do que um homem heterossexual (Lansky, 2009).

“Isto se deve, em grande parte, devido aos homens homossexuais terem múltiplos parceiros sexuais e ter práticas sexuais de risco, que incluem a alta incidência de intercurso anal nesta população (Diggs, 2002). Por exemplo, o risco estimado de contrair o HIV (AIDS) em um intercurso sexual anal passivo é de dois por cento (2%), que é 20 vezes maior do que os riscos de se contrair HIV pela vagina, que é de zero vírgula um por cento (0,1%) (Pinkerton, Martin, Roland, Katz, Coates, & Kahn, 2004)”.

“O esperma tem, naturalmente, uma propriedade imunodepressora que aumenta as chances do espermatozoide fecundar o óvulo feminino durante uma relação sexual natural pela vagina. Se o esperma é lançado no reto, entretanto, ele causa um aumento da probabilidade de se contrair tanto infecções quanto câncer, pois o carcinoma retal em homens homossexuais resulta de infecções e de uma variante altamente cancerígena do HPV (Diggs, 2002). A nossa grande preocupação é que mesmo sabendo dos riscos de se contrair doenças graves, como o HIV, muitos homens homossexuais entram, repetidas vezes, em práticas sexuais não seguras, como o “bare-backing,” (no Brasil essa prática foi apelidada de clube do carimbo), que é o intercurso anal sem qualquer tipo de proteção (Parsons & Bimbi, 2007; Parsons, Kelly, Bimbi, Muench, & Morgenstern, 2007; van Kesteren, Hospers, & Kok, 2007.) Mulheres que praticam atos homossexuais também estão sujeitas a um índice muito maior de contrair DST e outros problemas de saúde do que mulheres heterossexuais (Evans, Scally, Wellard, & Wilson, 2007.) ”

“As consequências negativas das práticas homossexuais não estão limitadas aos danos físicos assinalados acima. Comparado aos seus colegas não homossexuais no Segundo grau, os homossexuais adolescentes e jovens (que as idades vão de 14 aos 21 anos de idade), na Nova Zelândia, que tem uma cultura extremamente tolerante com as práticas homossexuais, tem uma incidência muito maior de doenças como depressões graves, Síndrome do Pânico, problemas graves de comportamento, dependência a nicotina e a outras substâncias, distúrbios graves, idealização de suicídio e tentativas de suicídio (Fergusson, Horwood, & Beautrais, 1999).”

“Em geral, comparados aos seus colegas não homossexuais, os adolescentes e jovens que praticam atos homossexuais tem um aumento expressivo do número de casos problemas de temperamento e humor, distúrbios de ansiedade, estresse psicológico, dependência química, de ter pensamentos e planos suicidas, tentativas de suicídio, dificuldade de ter e manter relacionamentos duradouros e baixíssimos níveis de qualidade de vida (Andersson, Noack, Seierstad, & Weedon-Fekjaer, 2006; Balsam, Beauchaine, Rothblum, & Solomon, 2008; Cochran, Keenan, Schober, & Mays, 2000; Cochran, Sullivan, & Mays, 2003; Cochran, Ackerman, Mays, & Ross, 2004; de Graaf, Sandfort, & ten Have, 2006; Drabble & Trocki, 2005; Gilman, Cochran, Mays, Hughes, Ostrow, & Kessler, 2001; Herrell, Goldberg, True, Ramakrishnan, Lyons, Eisen, & Tsuang, 1999; Jorm, Korten, Rodgers, Jacomb, & Christensen, 2002; King, Semlyen, Tai, Killaspy, Osborn, Popelyuk, & Nazareth, 2008; Mathy, Cochran, Olsen, & Mays, 2009; Russell & Joyner, 2001; Sandfort, de Graff, Bijl, & Schnabel, 2001; Sandfort, de Graaf, & Bijl, 2003; Sandfort, T. G. M., Bakker, Schelievis, & Vanwesenbeeck, 2006.) Os resultados das pesquisas são consistentes e iguais tanto em países como a Dinamarca, Nova Zelândia, Noruega, Holanda e Suécia, que são países altamente tolerantes com práticas homossexuais, quanto nos Estados Unidos, que é um país aonde a prática homossexual não tem essa alta tolerância social. ”

“Embora as consequências de tamanhos riscos à saúde não possam ser negados ou menosprezados, os adolescentes e os jovens, que pela pouca idade são mais vulneráveis, continuam sendo ensinados e incentivados a terem comportamentos e práticas que os colocam em risco.

O Cientista Dr. Jay Giedd, Mestre, demonstrou que as pessoas desenvolvem a sua área do córtex frontal do seu cérebro, que é a área responsável pelo juízo, pela tomada de decisão e controle dos impulsos “não estará totalmente madura até a idade dos 25 anos (Voit, 2005). Em outras palavras, “os lóbulos frontais, a área cerebral específica que ajuda os adolescentes a tomarem a decisão certa, são uma das útimas áreas do cérebro a se formarem e chegar na maturidade funcional” (Strauch, 2003, p.16.) Como resultado, enquanto fisicamente os anos da adolescência e da juventude, por volta dos 20 anos, são os anos em que a pessoa tem mais vigor e saúde, as 10 piores tragédias e coisas ruins que acontecem aos adolescentes envolvem descontrole emocional e de comportamento. Por ser o cérebro um adepto do aprendizado pelo exemplo, se existe uma coisa que os país e familiares podem e devem fazer para ajudar no desenvolvimento da mente dos seus filhos é ser um modelo de vida para eles, mostrando e sendo bons exemplos de como se viver bem e de maneira saudável (Voit, 2005), e tentando, jamais, mostrar ou ter atitudes ruins ou destrutivas para eles.

Conclusão

“O desejo de um adolescente de evitar ou cessar qualquer tipo de prática que tenha sérios riscos a sua saúde, sejam psicológicos, físicos ou de realcionamento, já são razão suficiente para que ele, ou ela, possa buscar, e receber, atendimento psicológico competente para minimizar ou resolver os desejos, comportamentos e estilos de vida associados a esses riscos.

A preocupação dos pais, familiares e amigos de pessoas cujos comportamentos e/ou atrações sexuais os colocam em risco de danos tão perigosos e sérios são compreensíveis e justificadas cientificamente e clinicamente.

Independentemente do local ou país, a saúde e o bem estar dos jovens será muito melhor orientado por uma educação sexual consistente com as experiências clínicas e com modernas pesquisas científicas. “

Nota

A organização NARTH lançou a maior e mais complete pesquisa sobre os riscos de saúde associados a práticas homossexuais no volume I do Jornal da Sexualidade Humana (NARTH, 2009);

http://www.narth.com/docs/journalsummary.html  

O Ministério da Saúde dos Estados Unidos, por meio do seu órgão, o Centro de Controle e Proteção de Doenças, (CDC) mantém informações atualizadas sobre os riscos específicos das práticas homossexuais. Para acessar clique no link:

http://search.cdc.gov/search?utf8=%E2%9C%93&affiliate=cdc-main&query=std+hiv+homosexual 

Outro Link com muito material:

http://www.alliancealert.org/tag/homosexuality/

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The following articles and their links are just a sample of over 80 articles on the NARTH website written on various aspects of the medical and mental health risks associated with homosexual behaviors.

Assista ao Documentário A Agenda:

Fonte: TIA

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