Filme do MEC para crianças tem Masturbação, Homossexualidade e pornografia

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Masturbação, Homossexualidade e consumo de pornografia: essas são as lições que o governo brasileiro está passando maciçamente para as nossas crianças e jovens.

Para difundir a imoralidade sexual, o governo federal cada vez mais se supera em criatividade e ousadia. A sua mais nova arma de doutrinação é um desenho animado que mostra um menor de idade se masturbando, consumindo pornografia e virando gay, tudo isso de forma muito positiva. O filme é recomendado para ser exibido a alunos do Ensino Fundamental Final (de 11 a 14 anos), no Portal do Professor, no site do MEC.

Veja o desenho a partir dos 2:20 min.: clique aqui para ver o vídeo.A denúncia foi feita por Damares Alves, advogada, missionária evangélica e assessora parlamentar (Fonte: Folha Metropolitana).

Cada vez mais cedo, nossas crianças estão sendo expostas à ideologia do gênero (saiba aqui o que é isso). Se não nos mobilizarmos contra isso, em poucos anos estarão doutrinando as crianças no Jardim da Infância, tal como já ocorre nos Estados Unidos (saiba mais aqui).

A desculpa do governo e dos ativistas LGBT é de que estão apenas combatendo a discriminação e o preconceito nas escolas. Sim, é fundamental ensinar as crianças a respeitar e a jamais excluir ou agredir quem é diferente – seja gordo, tímido, magro, efeminado, deficiente físico etc. Mas praticar a tolerância não significa anular os valores pessoais para concordar ou ser neutro em relação às atitudes alheias.

O governo está fomentando o preconceito aos alunos que recebem de seus pais os valores pautados na família tradicional. Numa sala de aula em que esse filme é exposto, com que cara vai ficar um aluno que rejeite seu conteúdo? Certamente, será taxado de homofóbico e intolerante, afinal, o texto do MEC diz que as pessoas que desaprovam as práticas homossexuais são comparáveis a racistas.

Façam o que quiserem de suas vidas, mas deixem nossas crianças e jovens em paz!

Desafio as escolas a mostrarem esse desenho animado para as famílias… a rejeição será geral! A maioria esmagadora dos brasileiros jamais aprovaria que seus filhos fossem expostos a esse conteúdo.

Fonte o Catequista

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